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4 de jan. de 2022

Experimentos de Física

Os estudantes do 1º, 2º e 3º anos do ensino médio do turno matutino do Centro de Ensino Isaura Amorim, sob orientação do professor Evandro Correia, desenvolveram vários experimentos de Física com o intuito de relacionar a teoria com a prática. Participaram desse projeto um total de seis turma: duas do 1º ano, duas do 2º ano e duas do 3º ano totalizando um publico alvo de 224 alunos.
A realização dos trabalhos deu-se a partir dos seguintes encaminhamentos:
 
  1. O professor fez uma seleção prévia dos conteúdos a serem abordados nos experimentos de acordo com a série;
  2. Formação de grupos conforme a quantidade de conteúdos estabelecida em cada turma;
  3. Sorteio dos conteúdos para cada grupo;
  4. Orientação presencial e online sobre a organização, desenvolvimento e avaliação dos experimentos;
  5. Estudo e pesquisa sobre o assunto e escolha do experimento por cada grupo. Nessa etapa, os grupos pesquisaram os possíveis experimentos a serem desenvolvidos e apresentaram ao professor que, por sua vez, apontou o experimento mais viável;
  6. Para sistematizar as ações e os estudos desenvolvidos para elaboração dos experimentos, os alunos foram orientados a produzir um artigo científico. Para isso, o professor elaborou e encaminhou a cada grupo um template (modelo) para que os trabalhos escritos tivessem uma uniformidade;
  7. Apresentação dos experimentos: foi definida uma data para cada série fazer a apresentação no pátio da escola, ou seja, um dia para as turmas de 1º ano, outro dia para as de 2º ano e outro dia para as turmas de 3º ano. Dessa forma, quando os alunos de uma série estivessem apresentado, os demais alunos iriam prestigiar os trabalhos dos colegas. No entanto, devido às complicações provocadas pela pandemia, foi estabelecida uma segunda opção para apresentação dos experimentos caso estivéssemos na modalidade de ensino não presencial: os grupos deveriam gravar vídeos com, duração máxima de 5 minutos, mostrando o experimento e comentando sobre a teoria abordada. 
Nas aulas de Física, tentamos desenvolver o pensamento científico dos nossos alunos de modo que eles possam observar os fenômenos naturais e as tecnologias desenvolvidas pelos seres humanos e compreender o que ocorre sob o olhar da ciência. Porém, o conhecimento científico vem sendo acumulado ao longo do tempo com as contribuições de diferentes pensadores, estudiosos, artistas, cientistas, entre outros. Pensando nisso,  tentamos contribuir com uma pequena parcela para esse desenvolvimento compartilhando aqui os artigos produzidos pelos alunos.

Segue abaixo os ARTIGOS PRODUZIDOS PELOS ALUNOS (basta clicar no titulo para acessar o arquivo em pdf):

TURMA 100:













































TURMA  101:










































TURMA  200:















































TURMA  201:























TURMA  300:






































TURMA  301:


















27 de mar. de 2020

Minha escala termométrica

As escalas termométricas são utilizadas para expressar, numericamente, a temperatura de um corpo. As principais escalas são: Kelvin (K), Celsius (°C) e a Fahrenheit (°F)

Nesse contexto é importante frisar que temperatura corresponde ao grau de agitação das moléculas de um corpo. 
Sendo assim, quando se trata de uma media de temperatura, podemos expressá-la utilizando qualquer uma das escalas acima. Porém, de acordo com o Sistema Internacional de Unidades (SI), a unidade padrão para medir a temperatura de um corpo é o Kelvin, que representa a escala absoluta, que por sua vez, estabelece um valor para a menor temperatura que um corpo pode alcançar, o ZERO ABSOLUTO (0 K ou -273,15°C)
No entanto, essa temperatura representa uma idealização pois seria uma situação em que os átomos e moléculas que formam um determinado corpo estariam absolutamente parados, sem nenhum movimento vibratório, rotacional ou translacional, ou seja, uma situação em que não haveria emissão de radiação. 
Cabe destacar que todos os corpos que apresentam uma certa temperatura, diferente do zero absoluto, emitem uma certa radiação térmica.
A escala Celsius é muito conhecida por nós brasileiros pois ela é utilizada para expressar a temperatura no nosso cotidiano. Por exemplo, a temperatura de fusão da água é 0°C e o ponto de ebulição da água é 100°C; nos jornais e telejornais as temperaturas máximas e mínimas das cidades também são expressas em °C.
No que se refere à escala Fahrenheit, podemos destacar sua utilização nos Estados Unidos por exemplo.
Em termologia é muito importante sabermos fazer as conversões de temperatura de uma escala para outra, ou seja, como converter 25°C para a escala Fahrenheit?
As fórmulas para conversão de temperatura estão expressas logo abaixo:

Quando se refere a uma variação de temperatura  (Δ = T2 - T1) devemos utilizar as seguintes fórmulas:


Nas minhas aulas de Física no ensino médio, na turma do 2º ano B (201) matutino 2020, os alunos foram orientados a construir uma escala termométrica própria, com um nome específico e com pontos fixos (ponto de fusão e eulição da água) também específicos, diferentes dos apresentados nas escalas Kelvin, Celsius e Fahrenheit. Os alunos também foram orientados a descobrir as formulas de conversão entre a escala feita por eles e as escalas mais conhecidas (Kelvin, Celsius e Fahrenheit). Alem disso, também foram orientados a produzirem um texto explicando a motivação para escolha do nome da escala bem como dos valores dos pontos de fusão e ebulição da água.
Praticamente todos os alunos realizaram a atividade proposta, porém algumas produções textuais foram destacadas pelo professor e, no sentido de valorizar o trabalho desenvolvido por algumas alunas, os textos produzidos estão apresentados a seguir. As autoras estão de parabéns pelo belíssimo trabalho. Nota dez, com certeza. 





21 de mai. de 2012

Reino Protista

Os protozoários são seres unicelulares, mas, diferentemente das bactérias, eles tem carioteca (cariomembrana, são eucariontes). São complexos, com sistema reprodutor, digestivo, de locomoção, produção de energia, etc), por isso, por muitos anos, foram considerados “animais unicelulares”. Eles ainda podem viver em colônias, sozinhos ou parasitando. Podem ser encontrados em água doce, salgada, em terras úmidas ou ainda dentro de outros seres. Seu modo de vida é livre, mas alguns protozoários são parasitas, e podem causar doenças ao homem.

Reprodução
Os representantes do reino protista se reproduzem através de bipartição (conhecida também como cissiparidade ou divisão binária). Como nas bactérias, a célula cresce, têm seu núcleo dividido em dois, através da mitose (reprodução assexuada), e então, o resto da célula se divide, originando duas células geneticamente idênticas.

Classificação dos Protistas

Os protozoários podem ser classificados de acordo com seu modo de locomoção:
Rizópodes: locomoção por pseudópodes, que são pseudo-pés (pés-falsos);
Ciliados: locomoção através de cílios;
Flagelados: locomoção através de flagelos;
Esporozoários ( ou apicomplexos): não têm sistema de locomoção;

Rizópodes (Filo Rhizopoda)

Grupo onde é encontrado a Ameba, que usa muitos pseudópodes para locomoção. Observe na figura:

A ameba é um ótimo exemplo de protozoário. Obtêm alimentos através do processo chamado fagocitose, e digere o alimento nos vacúolos digestivos.
A densidade do seu citoplasma é maior que a da água que o envolve no ambiente, por isso ela tem que periodicamente realizar a osmose, que é fazer o equilíbrio de água dentro do organismo. Para isso, ela utiliza os vacúolos pulsáteis para expulsar a água em excesso. Na realidade, o nome pulsátil é errôneo, pois o que acontece é que o vacúolo se forma cheio de água dentro da célula, se desloca até a membrana celular, e se desfaz lá, jogando a água para fora, e não como se fosse um “coração” batendo freneticamente.

Ciliados (Filo Ciliophora)

Os ciliados recebem este nome pois se movem com o auxílio de cílios, que estão em toda a superfície do protozoário. Este tipo aparece geralmente em água doce e salgada, e onde existe matéria vegetal em decomposição. Eles executam também outro tipo de reprodução, chamado de conjugação (sexuada), onde uma célula transmite material genético para outra célula, ocasionando uma variabilidade genética, o que é essencial para qualquer tipo de ser vivo. Depois da conjugação, as células realizam a reprodução assexuada.

Flagelados

Os flagelados são de vida livre e muitos deles são parasitas de humanos, como:
Trichomonas vaginalis – fica alojado no aparelho reprodutor humano, geralmente nas mulheres, na vagina. Provoca muita coceira, ardência e corrimento, a Tricomoníase.
Trichomonas vaginalis
Giardia lamblia – causa a giardíase, no intestino. Os sintomas são náuseas, cólicas, diarréia, etc.
Giardia lamblia
E também: Leishmania brasiliensis (causa a Leishmaniose); Tripanossoma cruzi ( Doenças de Chagas);

Esporozoários (Apicomplexos)

No grupo dos esporozoários encontram-se os protistas que não têm qualquer tipo de sistema de locomoção. Todos eles são parasitas obrigatórios. O nome “Apicomplexos” vem de uma parte do protista, responsável pela perfuração da membrana celular das futuras células hospedeiras. Os mais comuns são do gênero Plasmodium, que causam a Malária, e do gênero Toxoplasma, que causam a toxoplasmose.



Fonte: